quinta-feira, 21 de abril de 2011

sou


O enjoo do gosto da própria lágrima
Vem salgado do amargo de uma lástima
A angústia da face sempre umidecida
Lágrimas, cascata, não contém sua descida
O exaustivo sentimento vão de tentar
Imerso na brutalidade de atos sem pensar
A rendição abrupta ante todos os defeitos
Traz o pesar e a impotência de tirar seu direito
Sempre tento e no fim é você quem me perdoa
Sou minha capacidade bruta de magoar pessoas!
Mm.

terça-feira, 12 de abril de 2011

nós



Implacável vem a escuridão
Que traz consigo vitalidade
Acompanha a sede insaciável
O sangue seduz p'ra conquistar;

Meu sangue aqui exclama
Triste pálido sol ao nascer
Desprezado por sonhar,
Renegado por na morte viver.
Mm.