“Ela é a
revolução!”
O poema assim o diz
E a poetisa, tudo o que condiz.
E a poetisa, tudo o que condiz.
A musa de tal
verso brilha,
se espalha e assim, bem quis.
se espalha e assim, bem quis.
Qual a magnitude do seu espírito?
Quem sabe?
Aparenta ser mais pesado
que o céu.
Espírito indomável.
Sim, ela é a revolução,
Quem sabe?
Aparenta ser mais pesado
que o céu.
Espírito indomável.
Sim, ela é a revolução,
sua própria revolução.
De natureza
bruta,
como o riscar obtuso
do lápis no papel,
como o pássaro que voa
sob tal pesado céu!
como o riscar obtuso
do lápis no papel,
como o pássaro que voa
sob tal pesado céu!
Ela está em
tudo
E assim o faz porque
de tudo que aí está,
nada nela cabe.
E, implacável,
não cabe em si mesma.
de tudo que aí está,
nada nela cabe.
E, implacável,
não cabe em si mesma.
Porque é mulher,
e embora o corpo abalável,
seu ser é plenitude.
É invencível.
seu ser é plenitude.
É invencível.
E se meu espírito é multiforme
− é porque assim ela o fez −,
− é porque assim ela o fez −,
ela é o universo.
Porque luta desde o alvorecer,
e sua luta,
contra o que se torna cotidiano,
vara pela noite, e não tem fim.
Porque luta desde o alvorecer,
e sua luta,
contra o que se torna cotidiano,
vara pela noite, e não tem fim.
Tal a Era de Aquário, ela é,
de sua natureza,
a própria revolução.
E porque revolução
bem cabe na palma de sua mão.
de sua natureza,
a própria revolução.
E porque revolução
bem cabe na palma de sua mão.
Mm
Manaus, Jan. 18, 2014
Manaus, Jan. 18, 2014

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